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Os ginecologistas e obstetras de São Paulo vão lançar uma campanha publicitária e fazer greve no dia 18 de outubro (dia do médico) para protestar contra o baixo preço dos partos e das consultas. Segundo eles, o preço pago pelos planos de saúde seria de R$ 200 por parto e R$ 25 por consulta, contrastando com os preços bastante elevados usualmente praticados nas maternidades de São Paulo. Os ginecologistas e obstetras estão preocupados com a demografia médica (número de médicos por habitante), a queda previsível da natalidade e a diminuição da clientela dos planos de saúde. Esses fatores devem favorecer a concorrência e consequentemente a diminuição dos preços, e não a inflação dos custos. Os obstetras querem honorários garantidos de R$ 1000,00 por parto, pagos pelos planos, o que é um preço realmente elevado em comparação com os praticados em alguns países do primeiro mundo, como a França, onde o honorário oficial do parto normal é de 209,00 €, seja R$ 450,00, e onde a maioria dos partos é realizada em hospitais públicos. A futura mãe deve pesquisar hospitais e clínicas com número elevado de partos por mês (o que é sinal de competência), e com pacotes financeiros acessíveis.
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