DIETA DECRESCENTE-CRESCENTE (DC): Para quem quer ter certeza de que o efeito sanfona das dietas tradicionais não volte. |
|
|
|
| Notícias - Novidades | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O que propõeA dieta Decrescente-Crescente (DC) pretende acabar com o efeito sanfona, muito comum em quem se submete a dietas restritivas e depois do período do regime engorda novamente. O paciente queima a mesma quantidade de calorias do começo ao fim da dieta, pois não há queda brusca do metabolismo basal. "Quando uma pessoa se submete a uma dieta que restringe carboidratos, como a de Atkins, por exemplo, o metabolismo cai rapidamente e a perda de peso ocorre principalmente pela perda de líquido", explica Liliane Oppermann, médica ortomolecular que criou a dieta. Na dieta DC a alteração no metabolismo ocorre de forma gradativa, assim como a perda de peso. Além disso, o metabolismo é mantido após o emagrecimento, evitando o temido efeito “engorda e emagrece”. Como é feitaO cardápio da dieta DC muda a cada seis dias, e na segunda semana os resultados já podem ser vistos, segundo a médica. O paciente deve fazer pelo menos cinco refeições diárias. "Não adianta obedecer às calorias, mas só comer duas vezes ao dia, porque para manter o metabolismo funcionando é necessário se alimentar ao menos cinco vezes", aponta Oppermann. Nos primeiros seis dias a pessoa faz uma dieta de 1.500 calorias e pratica apenas 20 minutos de atividade física por dia. "A atividade física é crescente, pois começa com um tempo pequeno e com o passar das semanas a quantidade de exercícios aumenta ", destaca a médica ortomolecular. Do 7º ao 12º dia o cardápio já passa a ser de 1.300 calorias e o tempo gasto diariamente para praticar exercício pula para 30 minutos. Na semana seguinte, o cardápio reduz ainda mais a quantidade de calorias para 1.100, aliado a 40 minutos de exercícios diários. Depois da terceira semana, o cardápio volta a ter 1.300 calorias, só que agora com 50 minutos de exercício físico todos os dias e, na última semana, a dieta volta a ter 1.500 calorias diárias com 60 minutos de atividade física por dia. No café da manhã, as opções do cardápio elaborado variam entre frutas e iogurte light com adoçante, responsáveis por dar energia e ajudar a regular o intestino. Todo lanche da manhã é composto por um shake. Para o almoço e o jantar, no entanto, a médica optou por não restringir os carboidratos, mas sim, contemplar todos os grupos alimentares com foco em alimentos funcionais, ricos em energia e nutrientes. Grande parte das opções do cardápio para essas duas refeições consiste em saladas, legumes e carnes magras. O lanche da tarde contempla frutas oleaginosas, que são alimentos antioxidantes que melhoram a perfomance física e diminuem a produção de radicais livres. Já na ceia, depois do jantar, a nutróloga indica um iogurte desnatado. “Nesta dieta também prevalece o consumo de alimentos diuréticos, como melão, abacaxi, erva doce, hortelã e melancia”, conta a médica ortomolecular, que também afirma que é necessária a ingestão de dois litros de água por dia. Ainda que a dieta não tenha grandes restrições, há alguns alimentos que são excluídos do cardápio, como doces, frituras, refrigerante e qualquer tipo de bebida alcoólica. Cardápio sugerido: Cardápio com 1.500 calorias diárias
Cardápio com 1.300 calorias diárias
Cardápio com 1.100 calorias diárias
PromessaDe acordo com Oppermann, a perda de peso varia do metabolismo de cada um, mas a média é de 4 a 9 quilos por mês. ContraindicaçãoComo a médica ortomolecular que idealizou a dieta, ela considera o cardápio passivo de modificações. "Sempre adapto para patologias específicas como diabetes, doença celíaca, intolerância a lactose e gestantes", comenta Oppermann. |


