| Doença Coronariana / Síndrome Coronariana Aguda |
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Definição
Etiologia
Clínica ECG deve ser realizado em até 10 minutos. Outras apresentações clínicas: dores digestivas e abdominais, com vômitos e retenção urinária; dores dorsais; formas silenciosas (5 a 6% dos casos, por exemplo, em diabéticos).
Diagnóstico ECG, marcadores de necrose miocárdica. Diagnóstico diferencial: todas as causas de dores torácicas ou abdominais, principalmente: úlcera duodenal, pancreatite, colecistite, pneumotórax, embolia pulmonar, pericardite, dissecção aórtica.
Tratamento Não é necessário esperar o resultado dos marcadores de necrose miocárdica para o tratamento. Tratamento clínico inicial
Terapia de reperfusão 1. IAM com supra de ST e menos de 12 horas de evolução.
Estreptoquinase: 1.500.000 U diluídos em 150 ml de SG 5% por 1 hora. Alteplase: 3 doses: 1ª – administrar 1,25 mg/kg IV (máximo 100 mg) em 1,5 hora; 2ª – administrar 0,75 mg/kg (máximo 50 mg) em 30 minutos; 3ª – administrar 0,5 mg/kg (máximo 35 mg) em 1 hora. Tão logo seja possível, o paciente deve ser internado em uma Unidade Coronariana. A terapia trombolítica pode ser feita na emer-gência, não ficando condicionada a transferência do paciente para uma unidade coronariana. Contra-indicações absolutas à trombólise:
Contra-indicações relativas à trombólise:
2. IAM com supra de ST e mais de 12 horas de evolução.
3. IAM sem supra de ST Tratamento clínico inicial
Classificação TIMI Risk Score para IAM sem supra de ST: - idade > 65 anos 1 ( ) - acima de 3 fatores de risco para DAC 1 ( ) - DAC conhecida (estenose > 50%) 1 ( ) - uso de ácido acetilsalicílico nos últimos 7 dias 1 ( ) - angina severa nas últimas 24 horas 1 ( ) - aumento dos marcadores cardíacos 1 ( ) - desvio de ST > 0,5 mm 1 ( ) Observação: aumento de troponina = alto risco independente de outros fatores.
Pacientes de baixo/médio risco
Pacientes de alto risco
ECG indefinido Nos casos em que o ECG inicial é indefinido, é importante que o paciente seja reavaliado constantemente. Deve-se observar as curvas dos marcadores de necrose miocárdica, solicitados na avaliação inicial. Neste cenário tem-se três situações: 1. Marcadores de necrose miocárdica se elevam. Realizar tratamento clínico para IAM sem supra de ST. 2. Marcadores de necrose permanecem normais. Se após as reavaliações o paciente permanece com ECG normal ou inespecífico e não há elevação dos marcadores de necrose miocárdica, o paciente deve ser submetido a testes provocativos com ecocardiografia com estresse ou cintilografia miocárdica antes da alta. 3. Outro diagnóstico: se durante as reavaliações for confirmado outro diagnóstico que explique a dor torácica do paciente (dissecção aórtica etc) deve-se acionar a equipe responsável pelos cuidados específicos desta doença.
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